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Está página web quer fazer contributo para o conhecimento da história e a cultura galegas, em perigoso processo de desaparição como consequência da colonização espanhola   

G a l l a e c i a

  Boletim de Cultura Nacional                                          19/04/2006 03:11:47

Bandeira Suaba

 

O Galliciense Regnum-Reino Galego (Suabo) : o primeiro reino medieval europeu !!!!!!

(Galician-Suevian Kingdom)

A invasão e posterior integração do povo suabo na Gallaecia deu ao Povo Galego um aporte étnico-cultural diferenciado que caracterizará muito a nossa identidade nacional.

http://clionide.free.fr/images/Invasions_375-420.gif

http://clionide.free.fr/images/Invasion_421-480.gif

http://clionide.free.fr/Sueves.htm

http://perso.wanadoo.fr/fdomi.fournier/H_medievale/Dubos/Monarchie/Histoire_critique_L042.htm

http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/TA/folder/21/folder/079.pdf

HOJE A GRANDE PORTUGALIZA  !!!!!

 

O território Galaico excede com muito os actuais límites da reduta "Comunidade Autónoma de Galicia". Existem muitos Nacionalistas que consideram que o nosso território nacional está conformado por a CAG, territórios limítrofes de Astúries, Llion e Samora e nomeadamente o que hoje vem sendo uma Galiza felizmente livre que ganhou a sua independência verquendo o sangue Pátrio nos campos de Aljubarrota.


 

A DESCOLONIZAÇÃO MENTAL

Apresentamos um artigo que aparesceu no forum da página www.vieiros.com e que consideramos tem

o suficiente interesse para fazermo-nos eco do mesmo.

A DESCOLONIZAÇOM MENTAL
Autor: AMALARICH
Data:   08-12-04 00:52

Dim alguns que a gente nom aceita a normalizaçom.
A gente o que nom aceita é a sua identidade real, a que lhe vem dos seus pais e avós. Há um auto-ódio mais forte do que no mesmo franquismo e desta vez pior pq a espanholizaçom obrigatória fai-se em nome da " democracia e liberdade".
A gente desvive-se e perde o cu por que a considerem espanhola e para que nom se perceba a sua identidade.
A maioria dos Galegos estám vivendo numha louca e desenfreada carreira por serem como os amos espanhois, e nom como os pobres miserentos e " paletos" dos seus avós da aldeia.
Há um racismo brutal volcado para nós mesmos e o nosso passado. Todos querem ser espanhois imoderadamente, com golosa e voluptuosa obscenidade.
Mas, é muito difícil: quando na Galiza os hispanófonos apenas asimilamos os tempos verbais compostos ao modo mais castiço, os espanhois já inovarom, e generalizarom o " laísmo".
É umha empresa vá, nunca seremos espanhois de verdade ainda que renunciemos com todas as nossas forças a nossa identidade, porque os espanhois de verdade nom tenhem que sentir nojo da língua dos seus pais e avós, nom necessitam desse passo fundamental e traumático, som espanhois primária e primigeniamente.
O esforço que o Galego colonizado fai nos seus imoderados aspaventos para querer ser considerado espanhol delatam-no já como um espanhol postiço, um falso espanhol, um espanhol que para sê-lo tem algo muito grande que ocultar, algo que se lhe pega com teimosia, como o acento índio de Paco Vasques.
A asimilaçom à espanholidade é a primeira e básica prioridade do colonizado para ser aceitado como um cidadao igual aos demais, pois que enquanto Galego percebe-se objectivamente como inferior.
A atitude do colonizado é a prova mais evidente e material dos profundos danos psicológicos que a Ocupaçom Militar espanhola ocasionou desde há séculos nas nossas mentes.
Os colonizados Galegos vivem numha espanha virtual fabricada polos média: acendem a rádio e estám em espanha, a TV é a espanhola, os cinemas dam filmes em espanhol, o seu DNI pom " España". Os velhos do mundo virtual falam espanhol, tenhem o acento perfeito, nom passeiam entre leiras e hórreos, nom tenhem a casa dos avós noutro " país".
Som espanhois guapos, cultos, señores empresarios e modernos y marchosos jóvenes estándar( madrilenhos), pijas y pijos, alternativos desfarrapados ou senhoras de postim.
A espanha virtual oferece aos galegos toda a gama possível de personalidades e atitudes vitais nas que sentir-se cómodo sendo espanhol: o espanhol pijo-facha, o espanhol alternativo-esquerdista, o espanhol ONG-voluntário, o espanhol introvertido, o espanhol extrovertido...
Só necessitamos fuzilar a nossa alma, queimar a nossa roupa co cheiro e suor da nossa velha identidade, e tomar democrática e voluntariamente" um disfarce de espanhol que generosamente se nos oferece.
A contradiçom Galiza-espanha, foi primariamente umha questom de natureza MILITAR: pois a ninguém se lhe escapa que a orige desta situaçom é a entrada de tropas invassoras espanholas a sangue e fogo na GZ do século XV. E ainda o segue sendo.
Mas, com o avanço dos séculos e a asimilaçom forçosa todo se foi " sesgando" cara a espanholidade: a língua, as leis, os costumes, a música... e por fim a mente toda do colonizado.
Penso que é mui difícil que um asimilado à espanholidade dê o passo de volta cara à sua identidade. Depois da humilhaçom e os esforços que tivo que passar para poder aparescer ante el mesmo como espanhol, como alguém digno, como é que lhe venhem agora os nacionalistas com toda essa léria da Identidade Galega!!!???
O colonizado tende a reagir com violência e irracionalidade ante um Nacionalista, pq este lhe recorda constantemente que a sua identidade anterior está aí, acochada, reprimida, maldita... Quando um colonizado se enfrenta a um Galeguista sente frustraçom, animosidade, hostilidade: " tanta galicia y tanta mierda".
O colonialismo espanhol destrui a paisage, a memória dum Povo, os seus recursos, a sua história, a sociabilidade da gente. Enfim, o colonialismo age como umha força social destrutora de mentes, umha força desorganizadora, desnacionalizadora, desocializadora, deshumanizadora.
A denúncia da ocupaçom militar de GALIZA deve ser o primeiro dever para um Galeguista.
Quçá se començaramos a chamar às cousas polo seu nome todos teriamos um pouco mais de Saúde Mental.
Por suposto, para um colonizado este apelo anti-espanhol só pode ser integrado na sua cosmovisom como um desvario, um mundo ao revês, umha exageraçom ou um extremismo...
Bem, nom podemos ser condescendentes com quem sofre umha patologia mental( alienaçom nacional) e dar-lhe a razom alimentando assi o seu delírio.
DIzede-lho em alto:
ISTO NOM É ESPANHA!
ABAIXO A OCUPAÇOM ESPANHOLA!!!
VIVA A REPÚBLICA GALEGA!!!!!!

 

Artigos anteriores:

Nesta nova etapa apresentamos artigos referentes aos últimos descubrimentos científicos sobre a genética de populações e mais concretamente sobre a origem dos povos atlánticos até hoje cheia de brumosos mitos invasionistas, racistas, etc.

As povoações paleolíticas europeias eram muito homogéneas, e nós simplesmente conservamos num grau maior a impronta dessas populações. Quer dizer, os descendentes dos europeus paleolíticos se misturarom com outras povoações ao longo do tempo: neolítico, idade de ferro, idade do Bronze,... Não obstante, essa mistura foi menor nas zonas mais afastadas geograficamente: Oeste de Irlanda, ocidente da Galiza, Pirineus Bascos...



Em genética de povoações fala-se de POVOAÇÕES, e a continuação se deve explicitar a razão que aconselha agrupar um conjunto de indivíduos como tal povoação baseando-nos no grau de variabilidade ou polimorfismos alélicos dentro do grupo e frente a outros grupos. Se este grau supera determinado umbral é lícito falarmos de Povoação. Se não, é uma construção sem base real (diz-se sem estrutura).

Cada 10 dias publica-se um novo estudo internacional que incide e certifica estas conclusões desde diferentes metodologias e marcadores genéticos.
Por que negar algo tão certo e tão curioso que nos afecta tão directamente???
São os celtas e os germanos os que descem dos nossos avós, e não à inversa?
 


 


O partido patriótico irlandês SINN FÉIN fizo-se eco em setembro deste ano das novas

 investigações genéticas que ligam o passado da Eire com a Gallaecia, Alba etc.

Assim o IRISH REPUBLICAN NEWS da sexta, 10 de Setembro de 2004 intitulava:

 

Link to Basques, Galicia found in genes

The Irish and Scots may be as closely related to the people of Spain and Portugal as the Celts of central Europe, it has been reported.

http://republican-news.org/current/0910/

 


 

ETNOGÊNESE DO POVO GALEGO

 

No seguinte artigo o chefe do laboratório de genética do Trinity College de Baile Atha Cliath (Dublin) reflite o descobrimento nos gens irlandeses uma identidade galega. Os galeses,  irlandeses e escoceses são predominantemente galegos antigos.

 As velhas lendas milesians renascem à luz das mais avançadas análises científicas.

 

We are not Celts at all but

 

 Galicians

http://www.theherald.co.uk/news/23762.html

por BRIAN DONNELLY

    Jornal británico The Herald, September 10 2004   

CELTIC nations such as Scotland and Ireland have more in common with the Portuguese and Spanish than with the Celts of central Europe, according to a new academic report.
Historians have long believed that the British Isles were swamped by a massive invasion of Iron Age Celts from central Europe around 500BC.
However, geneticists at Trinity College in Dublin now claim that the Scots and Irish have more in common with the people of north-western Spain.
Dr Daniel Bradley, genetics lecturer at Trinity College, said a new study into Celtic origins revealed close affinities with the people of Galicia.
He said: "It's well-known that there are cultural relations between the areas but now this shows there is much more. We think the links are much older than that of the Iron Age because it also shows affinities with the Basque region, which isn't a Celtic region."
He added: "The links point towards other Celtic nations, in particular Scotland, but they also point to Spain."
Historians believed the Celts, originally Indo-European, invaded the Atlantic islands in a massive migration 2500 years ago.
But using DNA samples from people living in Celtic nations and other parts of Europe, geneticists at the university have drawn new parallels.
Dr Bradley said it was possible migrants moved from the Iberian peninsula to Ireland as far back as 6000 years ago up until 3000 years ago.
"I don't agree with the idea of a massive Iron Age invasion that took over the Atlantic islands. You can regard the ocean, rather than a barrier, as a communication route," Dr Bradley said.
Archaeologists have also been questioning the links between the Celts of eastern France and southern Germany and the people of the British Isles and the new research appears to prove their theories.
The Dublin study found that people in areas traditionally known as Celtic, such as Ireland, Wales, Scotland, Brittany and Cornwall, had strong links with each other and had more in common with people from the Iberian peninsula.
It also found people in Ireland have more in common with Scots than any other nation.
"What we would propose is that this commonality among the Atlantic facade is much older, 6000 years ago or earlier," Dr Bradley added.
There are also close links between Scotland and Ireland dating back much further than the plantations of the 1600s when many Scots moved to Northern Ireland in search of fertile farming lands, the research showed.
However, the researchers could not determine whether fair skin, freckles, red hair and fiery tempers truly are Celtic traits.
Stephen Oppenheimer, professor of clinical socio-medical sciences at Oxford, said that the Celts of western Scotland, Wales, Ireland and Cornwall were descended from an ancient people living on the Atlantic coast when Britain was still attached to mainland Europe, while the English were more closely related to the Germanic peoples of the interior.
He said: "The English are the odd ones out because they are the ones more linked to continental Europe. The Scots, the Irish, the Welsh and the Cornish are all very similar in their genetic pattern to the Basque."


The study headed by Dr Bradley was published in the American Journal of Human Genetics.


Ligações relacionadas                                                                                                    

  • Nesta ligação temos trabalhos científico publicado sobre a mesma temática:

http://www.geocities.com/vetinarilord/celt.pdf  

http://www.journals.uchicago.edu/AJHG/journal/issues/v75n5/41573/brief/41573.abstract.html

http://hpgl.stanford.edu/publications/Underhill_2004_p487-494.pdf

Nesta outra ligação um patriota irlandês recolhe informes científicos sobre o irmão Povo Irlandês:

http://www.geocities.com/diarmidlogan/genetics.html

 

  • Bases matemático-estatísticas da classificação das pessoas em
    populações:



http://www.goodrumj.com/Edwards.pdf

http://www.genetics.org/cgi/content/abstract/164/4/1567

http://www.genetics.org/cgi/content/abstract/167/4/2003

http://jhered.oupjournals.org/cgi/content/abstract/95/3/217

 

  • A maioria das enfermidades dependem da estrutura genética.
    Como se demonstra aqui existem significativas diferências étnicas nas
    enfermidades mais frequentes: Cardiovasculares, Cancro, asma, SIDA...


http://archpsyc.ama-assn.org/cgi/content/abstract/61/6/597

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=pubmed&dopt=Abstract&list_uids=15368321

http://www.healthscout.com/news/419/8006949/main.html

http://www.medreviews.com/pdfs/articles/RICM_5Suppl3_S14.pdf

http://www.post-gazette.com/healthscience/20020507hgene0507p3.asp

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?
cmd=Retrieve&db=pubmed&dopt=Abstract&list_uids=9466996

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?
cmd=Retrieve&db=pubmed&dopt=Abstract&list_uids=15029235
 



 

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