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O Reino Galego
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Boletim de Cultura Nacional

Bandeira Suaba
O Galliciense Regnum-Reino
Galego (Suabo) : o primeiro reino medieval europeu !!!!!!
(Galician-Suevian Kingdom)
A invasão e posterior integração
do povo suabo na Gallaecia deu ao Povo Galego um aporte étnico-cultural
diferenciado que caracterizará muito a nossa identidade nacional.
http://clionide.free.fr/images/Invasions_375-420.gif
http://clionide.free.fr/images/Invasion_421-480.gif
http://clionide.free.fr/Sueves.htm
http://perso.wanadoo.fr/fdomi.fournier/H_medievale/Dubos/Monarchie/Histoire_critique_L042.htm
http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/TA/folder/21/folder/079.pdf



HOJE A GRANDE PORTUGALIZA
!!!!!
O território Galaico excede com muito
os actuais límites da reduta "Comunidade Autónoma de Galicia". Existem muitos
Nacionalistas que consideram que o nosso território nacional está conformado por
a CAG, territórios limítrofes de Astúries, Llion e Samora e nomeadamente o que
hoje vem sendo uma Galiza felizmente livre que ganhou a sua independência
verquendo o sangue Pátrio nos campos de Aljubarrota.
 
A DESCOLONIZAÇÃO MENTAL
Apresentamos um artigo que aparesceu no forum da página
www.vieiros.com e que consideramos tem
o suficiente interesse para fazermo-nos eco do mesmo.
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Autor: AMALARICH
Data: 08-12-04 00:52
Dim alguns que a gente nom aceita a normalizaçom.
A gente o que nom aceita é a sua identidade real, a que lhe vem dos seus
pais e avós. Há um auto-ódio mais forte do que no mesmo franquismo e
desta vez pior pq a espanholizaçom obrigatória fai-se em nome da "
democracia e liberdade".
A gente desvive-se e perde o cu por que a considerem espanhola e para
que nom se perceba a sua identidade.
A maioria dos Galegos estám vivendo numha louca e desenfreada carreira
por serem como os amos espanhois, e nom como os pobres miserentos e "
paletos" dos seus avós da aldeia.
Há um racismo brutal volcado para nós mesmos e o nosso passado. Todos
querem ser espanhois imoderadamente, com golosa e voluptuosa obscenidade.
Mas, é muito difícil: quando na Galiza os hispanófonos apenas asimilamos
os tempos verbais compostos ao modo mais castiço, os espanhois já
inovarom, e generalizarom o " laísmo".
É umha empresa vá, nunca seremos espanhois de verdade ainda que
renunciemos com todas as nossas forças a nossa identidade, porque os
espanhois de verdade nom tenhem que sentir nojo da língua dos seus pais
e avós, nom necessitam desse passo fundamental e traumático, som
espanhois primária e primigeniamente.
O esforço que o Galego colonizado fai nos seus imoderados aspaventos
para querer ser considerado espanhol delatam-no já como um espanhol
postiço, um falso espanhol, um espanhol que para sê-lo tem algo muito
grande que ocultar, algo que se lhe pega com teimosia, como o acento
índio de Paco Vasques.
A asimilaçom à espanholidade é a primeira e básica prioridade do
colonizado para ser aceitado como um cidadao igual aos demais, pois que
enquanto Galego percebe-se objectivamente como inferior.
A atitude do colonizado é a prova mais evidente e material dos profundos
danos psicológicos que a Ocupaçom Militar espanhola ocasionou desde há
séculos nas nossas mentes.
Os colonizados Galegos vivem numha espanha virtual fabricada polos média:
acendem a rádio e estám em espanha, a TV é a espanhola, os cinemas dam
filmes em espanhol, o seu DNI pom " España". Os velhos do mundo virtual
falam espanhol, tenhem o acento perfeito, nom passeiam entre leiras e
hórreos, nom tenhem a casa dos avós noutro " país".
Som espanhois guapos, cultos, señores empresarios e modernos y marchosos
jóvenes estándar( madrilenhos), pijas y pijos, alternativos
desfarrapados ou senhoras de postim.
A espanha virtual oferece aos galegos toda a gama possível de
personalidades e atitudes vitais nas que sentir-se cómodo sendo espanhol:
o espanhol pijo-facha, o espanhol alternativo-esquerdista, o espanhol
ONG-voluntário, o espanhol introvertido, o espanhol extrovertido...
Só necessitamos fuzilar a nossa alma, queimar a nossa roupa co cheiro e
suor da nossa velha identidade, e tomar democrática e voluntariamente"
um disfarce de espanhol que generosamente se nos oferece.
A contradiçom Galiza-espanha, foi primariamente umha questom de natureza
MILITAR: pois a ninguém se lhe escapa que a orige desta situaçom é a
entrada de tropas invassoras espanholas a sangue e fogo na GZ do século
XV. E ainda o segue sendo.
Mas, com o avanço dos séculos e a asimilaçom forçosa todo se foi "
sesgando" cara a espanholidade: a língua, as leis, os costumes, a
música... e por fim a mente toda do colonizado.
Penso que é mui difícil que um asimilado à espanholidade dê o passo de
volta cara à sua identidade. Depois da humilhaçom e os esforços que tivo
que passar para poder aparescer ante el mesmo como espanhol, como alguém
digno, como é que lhe venhem agora os nacionalistas com toda essa léria
da Identidade Galega!!!???
O colonizado tende a reagir com violência e irracionalidade ante um
Nacionalista, pq este lhe recorda constantemente que a sua identidade
anterior está aí, acochada, reprimida, maldita... Quando um colonizado
se enfrenta a um Galeguista sente frustraçom, animosidade, hostilidade:
" tanta galicia y tanta mierda".
O colonialismo espanhol destrui a paisage, a memória dum Povo, os seus
recursos, a sua história, a sociabilidade da gente. Enfim, o
colonialismo age como umha força social destrutora de mentes, umha força
desorganizadora, desnacionalizadora, desocializadora, deshumanizadora.
A denúncia da ocupaçom militar de GALIZA deve ser o primeiro dever para
um Galeguista.
Quçá se començaramos a chamar às cousas polo seu nome todos teriamos um
pouco mais de Saúde Mental.
Por suposto, para um colonizado este apelo anti-espanhol só pode ser
integrado na sua cosmovisom como um desvario, um mundo ao revês, umha
exageraçom ou um extremismo...
Bem, nom podemos ser condescendentes com quem sofre umha patologia
mental( alienaçom nacional) e dar-lhe a razom alimentando assi o seu
delírio.
DIzede-lho em alto:
ISTO NOM É ESPANHA!
ABAIXO A OCUPAÇOM ESPANHOLA!!!
VIVA A REPÚBLICA GALEGA!!!!!! |
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Artigos anteriores:
Nesta nova etapa apresentamos
artigos referentes aos últimos descubrimentos científicos sobre a genética de
populações e mais concretamente sobre a origem dos povos atlánticos até hoje
cheia de brumosos mitos invasionistas, racistas, etc.
As
povoações paleolíticas europeias eram muito
homogéneas, e nós simplesmente conservamos num grau maior a impronta dessas
populações. Quer dizer, os descendentes dos europeus
paleolíticos se misturarom com outras povoações ao longo do tempo: neolítico,
idade de ferro, idade do Bronze,... Não
obstante, essa mistura foi menor nas zonas mais afastadas geograficamente: Oeste
de Irlanda, ocidente da Galiza, Pirineus Bascos...
Em
genética de povoações fala-se de
POVOAÇÕES, e a continuação se deve
explicitar a razão que aconselha agrupar um conjunto de
indivíduos como tal povoação baseando-nos no grau de
variabilidade ou polimorfismos alélicos dentro do grupo e frente a outros
grupos. Se este grau supera determinado umbral é lícito falarmos de Povoação.
Se não, é uma construção sem base real (diz-se
sem estrutura).
Cada
10 dias publica-se um novo estudo internacional que incide e certifica estas
conclusões desde diferentes metodologias e marcadores
genéticos.
Por que negar algo tão certo e tão
curioso que nos afecta tão directamente???
São os celtas e os germanos os que descem dos nossos avós,
e não à inversa?

O partido patriótico irlandês SINN FÉIN
fizo-se eco em setembro deste ano das novas
investigações genéticas que ligam o
passado da Eire com a Gallaecia, Alba etc.
Assim o IRISH REPUBLICAN NEWS da sexta, 10 de
Setembro de 2004 intitulava:
The Irish and Scots may be as closely related to the people of Spain and
Portugal as the Celts of central Europe, it has been reported.
http://republican-news.org/current/0910/
ETNOGÊNESE
DO POVO GALEGO
No seguinte artigo o chefe do laboratório de
genética do Trinity College de Baile Atha Cliath (Dublin) reflite o
descobrimento nos gens irlandeses uma identidade galega.
Os galeses, irlandeses e escoceses são
predominantemente galegos antigos.
As velhas lendas
milesians renascem à luz das mais avançadas análises científicas.
We are not Celts at
all but
Galicians
http://www.theherald.co.uk/news/23762.html
por
BRIAN DONNELLY
Jornal británico The Herald, September 10 2004
CELTIC nations such as Scotland and Ireland have more in common with the
Portuguese and Spanish
than with the Celts of central Europe, according to a new
academic report.
Historians have long believed that the British Isles were swamped by a massive
invasion of Iron Age Celts from central Europe around 500BC.
However, geneticists at Trinity College in Dublin now claim that the Scots and
Irish have more in common with the people of north-western Spain.
Dr Daniel Bradley, genetics lecturer at Trinity College, said a new study into
Celtic origins revealed close affinities with the people of Galicia.
He said: "It's well-known that there are cultural relations between the areas
but now this shows there is much more. We think the links are much older than
that of the Iron Age because it also shows affinities with the Basque region,
which isn't a Celtic region."
He added: "The links point towards other Celtic nations, in particular Scotland,
but they also point to Spain."
Historians believed the Celts, originally Indo-European, invaded the Atlantic
islands in a massive migration 2500 years ago.
But using DNA samples from people living in Celtic nations and other parts of
Europe, geneticists at the university have drawn new parallels.
Dr Bradley said it was possible migrants moved from the Iberian peninsula to
Ireland as far back as 6000 years ago up until 3000 years ago.
"I don't agree with the idea of a massive Iron Age invasion that took over the
Atlantic islands. You can regard the ocean, rather than a barrier, as a
communication route," Dr Bradley said.
Archaeologists have also been questioning the links between the Celts of eastern
France and southern Germany and the people of the British Isles and the new
research appears to prove their theories.
The Dublin study found that people in areas traditionally known as Celtic, such
as Ireland, Wales, Scotland, Brittany and Cornwall, had strong links with each
other and had more in common with people from the Iberian peninsula.
It also found people in Ireland have more in common with Scots than any other
nation.
"What we would propose is that this commonality among the Atlantic facade is
much older, 6000 years ago or earlier," Dr Bradley added.
There are also close links between Scotland and Ireland dating back much further
than the plantations of the 1600s when many Scots moved to Northern Ireland in
search of fertile farming lands, the research showed.
However, the researchers could not determine whether fair skin, freckles, red
hair and fiery tempers truly are Celtic traits.
Stephen Oppenheimer, professor of clinical socio-medical sciences at Oxford,
said that the Celts of western Scotland, Wales, Ireland and Cornwall were
descended from an ancient people living on the Atlantic coast when Britain was
still attached to mainland Europe, while the English were more closely related
to the Germanic peoples of the interior.
He said: "The English are the odd ones out because they are the ones more linked
to continental Europe. The Scots, the Irish, the Welsh and the Cornish are all
very similar in their genetic pattern to the Basque."
The study headed by Dr Bradley was published in the American Journal of Human
Genetics.
Ligações relacionadas
http://www.geocities.com/vetinarilord/celt.pdf
http://www.journals.uchicago.edu/AJHG/journal/issues/v75n5/41573/brief/41573.abstract.html
http://hpgl.stanford.edu/publications/Underhill_2004_p487-494.pdf
Nesta outra
ligação um patriota irlandês recolhe informes científicos sobre o irmão Povo
Irlandês:
http://www.geocities.com/diarmidlogan/genetics.html
http://www.goodrumj.com/Edwards.pdf
http://www.genetics.org/cgi/content/abstract/164/4/1567
http://www.genetics.org/cgi/content/abstract/167/4/2003
http://jhered.oupjournals.org/cgi/content/abstract/95/3/217
-
A maioria das enfermidades dependem da
estrutura genética.
Como se demonstra aqui existem significativas diferências
étnicas nas
enfermidades mais frequentes: Cardiovasculares, Cancro, asma, SIDA...
http://archpsyc.ama-assn.org/cgi/content/abstract/61/6/597
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=pubmed&dopt=Abstract&list_uids=15368321
http://www.healthscout.com/news/419/8006949/main.html
http://www.medreviews.com/pdfs/articles/RICM_5Suppl3_S14.pdf
http://www.post-gazette.com/healthscience/20020507hgene0507p3.asp
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=pubmed&dopt=Abstract&list_uids=9466996
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=pubmed&dopt=Abstract&list_uids=15029235
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